Voz do Pastor › 10/05/2019

Assembleia Geral da CNBB

Queridos irmãos e irmãs!

Desde o dia primeiro até esta sexta-feira, 10 de maio, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB – esteve reunida na sua 57ª Assembleia Geral. Dois eram os temas principais: a eleição da nova presidência e a aprovação das novas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil 2019-2023. As novas diretrizes serão o texto de referência para a construção do Marco Referencial da Ação Pastoral Arquidiocesana 2020-2023, que nós vamos elaborar na Assembleia Pastoral deste ano.

A nova presidência da CNBB ficou assim composta: Presidente – Dom Walmor Oliveira de Azevedo, Arcebispo Metropolitano de Belo Horizonte/MG; 1º Vice-presidente – Dom Jaime Splenger OFM, Arcebispo Metropolitano de Porto Alegre/RS; 2º Vice-presidente – Dom Mário Antonio da Silva, Bispo de Roraima/RR e Secretário-Geral – Dom Joel Portella Amado, Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro/RJ. Além da nova presidência da CNBB, foram escolhidos os presidentes das Comissões Episcopais Pastorais. São ao todo 12 Comissões: Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada, Laciato, Ação Missionária e Cooperação Intereclesial, Animação Bíblico-Catequética, Doutrina da Fé, Liturgia, Ecumenismo e Diálogo Interreligioso, Ação Social  Transformadora, Cultura e Educação, Vida e Família, Comunicação Social e Juventude. “De acordo com o estatuto da entidade, promovem a Pastoral Orgânica nacional com suas dimensões globais e setores especializados. Elas respondem pelo estudo, proposta e animação dos programas e projetos do seu âmbito de atribuições, em sintonia com as demais Comissões, para garantia da unidade da Pastoral Orgânica”.

O segundo tema da Assembleia Geral foi a renovação das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil para o próximo quadriênio 2019-2023. As novas Diretrizes apontam a figura da “casa” como realidade de acolhida, de valorização das pessoas e sobretudo, sustentada por quatro pilares: PALAVRA, PÃO, CARIDADE, MISSÃO: a) Casa da Palavra – iniciação à vida cristã e animação bíblica da Pastoral; b) Casa do Pão – a casa sustentada pela liturgia e a espiritualidade; c) Casa da Caridade – serviço à vida plena; d) Casa da Missão – num estado permanente de missão, a Igreja como mãe de coração aberto. “Porque é impossível fazer uma experiência profunda com Deus na comunidade eclesial que não leve, inevitavelmente, à vida missionária” (Pe. Manuel de Oliveira Filho. Comissão do Texto Central das DGAE 2019-2023).

Assim, com a publicação, nos próximos dias, do Documento das Diretrizes, a Coordenação Pastoral da Arquidiocese dará os encaminhamentos para prosseguir o processo de construção do Plano Pastoral Arquidiocesano. As diversas metas, estratégias e ações que serão escolhidas terão a sua luz nos quatro pilares acima mencionados. E o faremos tendo em vista a celebração do Mês Missionário Extraordinário, em outubro, cujo objetivo deve ser buscado constantemente: “despertar em medida maior a consciência da missio ad gentes e retomar com novo impulso a transformação missionária da vida e da pastoral”.

Que estes quatro pilares: PALAVRA, PÃO, CARIDADE E MISSÃO animem a nossa caminhada, façam fortalecidos o nosso empenho e caminho pastoral, para que, como disse o Papa Francisco: “Não nos deixemos roubar o entusiasmo missionário!” (FRANCISCO. Exortação Apostólica, Evangelii gaudium, n. 80).

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