Artigos, Notícias › 18/03/2021

A Missão Paroquial e as Fronteiras Existenciais

Por Pe. Matias Soares
Pároco da Paróquia de Santo Afonso Maria de Ligório – Mirassol – Natal

A Missão Permanente é paradigma da V Conferência de Aparecida e, agora, no pontificado do Papa Francisco, para toda a Igreja. A partir da experiência diocesana, o lugar de saída da nossa ação missionária é a paróquia. Ela não é uma realidade ultrapassada. Ela precisa ser renovada nas suas estruturas a partir da Conversão Pastoral. Vários desafios nos são postos. Temos que perceber os Sinais dos Tempos e fazer o discernimento pastoral. Em todas as realidades paroquiais, existem as periferias existenciais. Os sociólogos, as chamam “fronteiras existenciais”.

A terminologia já é notada na Teologia da Missão, principalmente, nas realidades geográficas do mundo urbano. A questão que devemos levantar é: Como estamos nos aproximando dos MISERÁVEIS das cidades? Como estamos interagindo com o SER HUMANO DIGITAL? Como estamos anunciando o Evangelho a quem não vive na COMUNIDADE TRADICIONAL? Dentre outras questões… As paróquias são, de fato, Comunidades de Comunidades? A partir da leitura meditada e partilhada dos Atos dos Apóstolos, como podemos pensar a dimensão eclesial das paróquias?

Os sacramentos são sinais de encontro com o Mistério de Jesus Cristo? Como Igreja, temos que fazer um caminho, que na eclesiologia do Papa Francisco, exige de nós consciência do “processo e de sinodalidade”. Avancemos!

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