Destaques › 21/11/2016

Arquidiocese encerra Ano Santo da Misericórdia

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Rito de fechamento da Porta Santa. Foto: Cacilda Medeiros

A Arquidiocese de Natal encerrou o Jubileu Extraordinário da Misericórdia, na manhã desta segunda-feira (21), com Santa Missa, celebrada às 10h, na Catedral Metropolitana. O encerramento aconteceu dentro da programação da festa de Nossa Senhora da Apresentação, padroeira da Arquidiocese e da cidade do Natal. A missa foi presidida pelo Arcebispo Metropolitano, Dom Jaime Vieira Rocha, e contou com a presença de cerca de 4 mil fiéis.

Ao final da celebração, aconteceu o rito de fechamento da Porta Santa, que foi aberta em 13 de dezembro de 2015. Durante o rito, Dom Jaime disse: “Tenhamos a certeza de que a porta do coração misericordioso de Jesus Cristo permanecerá eternamente aberta para todos nós”.

 

Jubileu Extraordinário da Misericórdia

O Jubileu Extraordinário da Misericórdia foi proclamado pelo Papa Francisco, em 11 de abril de 2015, com a publicação da bula Misericordiae Vultus. A abertura do Jubileu, aconteceu em 8 de dezembro de 2015, na Solenidade da Imaculada Conceição. Em todo o mundo, foram abertas “Portas Santas”, ou “Portas da Misericórdias, onde qualquer pessoa que entre poderá experimentar o amor de Deus que consola, perdoa e dá esperança.”

A abertura do Jubileu Extraordinário da Misericórdia, na Arquidiocese de Natal, aconteceu em 13 de dezembro de 2015. Além da Catedral Metropolitana, outras igrejas também tiveram portas santas: Santuário de Nossa Senhora de Fátima, no Parque das Dunas, em Natal; Santuário dos Mártires, no bairro Nazaré, em Natal; Santuário do Bom Jesus dos Navegantes, Touros; Capela de Nossa Senhora das Candeias, na comunidade de Cunhaú, em Canguaretama; Santuário de Santa Rita de Cássia, em Santa Cruz; Igreja Matriz de Santana, em Santana do Matos, e Santuário dos Mártires, em Uruaçu, São Gonçalo do Amarante.

Para encerar o Jubileu, o Papa Francisco publicou uma Carta Apostólica, intitulada “Misericordia et misera”, onde pede que os sacerdotes católicos sejam “guia, apoio e conforto no acompanhamento dos penitentes neste caminho de especial reconciliação”.

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