Destaques › 17/07/2014

Festa dos Mártires reúne centenas de pessoas

Durante o dia da última quinta-feira, 16 de julho, o caminho que dá acesso à capela de Nossa Senhora das Candeias, no Engenho Cunhaú, no município de Canguaretama, ficou repleto de pessoas. Eram os fiéis que saíram de outras comunidades de Canguaretama e de municípios vizinhos para participarem das festividades em honra dos Mártires de Cunhaú. A programação teve início logo de manhã e foi concluída com a celebração eucarística, às 17 horas, presidida pelo Arcebispo Metropolitano, Dom Jaime Vieira Rocha.

Durante a homilia, o Arcebispo relembrou o martírio, ocorrido na capela de Nossa Senhora das Candeias, em 16 de julho de 1645, e, também, reforçou a importância da beatificação dos mártires, pelo Papa João Paulo II, hoje, São João Paulo II, em 05 de março de 2000, na Praça de São Pedro. “Todos nós, do Rio Grande do Norte, sobretudo da Igreja de Natal, guardamos para sempre, na memória, aquela data memorável de 2000, quando toda a Igreja potiguar se fez presente em Roma, para a beatificação dos Mártires de Cunhaú e Uruaçu. Esta data para a Igreja do Rio Grande do Norte não significa apenas uma devoção, mas deve se constituir como um momento permanente e uma referência para a caminhada de toda Igreja”, comentou Dom Jaime. O Arcebispo aproveitou o momento para incentivar as pessoas a visitarem os lugares onde aconteceu os martírios no século XVI: Cunhaú, em Canguaretama, e Uruaçu, em São Gonçalo do Amarante.

O pároco da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, de Canguaretama, Padre José Pereira Neto, fez uma avaliação positiva sobre a participação dos fiéis, na festa. “Muitos fiéis devotos lotaram o campo dos Mártires, no Engenho Cunhaú, nesta quinta-feira. Posso dizer que a festa dos Mártires foi um sucesso”, comemorou o padre.

Na homilia, o Arcebispo relembrou o martírio de Cunhaú (Foto: Cacilda Medeiros)

Na homilia, o Arcebispo relembrou o martírio de Cunhaú (Foto: Cacilda Medeiros)

O Martírio, no Engenho Cunhaú, ocorreu em 16 de julho de 1645, no momento em que o povo participa da missa, presidida pelo Padre André de Soveral. Todos os domingos, às 10h, há celebração de missa, na mesma capela onde aconteceu o morticínio.

Deixe o seu comentário





* campos obrigatórios.

X