Voz do Pastor › 10/03/2016

A nossa visão de futuro

Queridos irmãos e irmãs!
Durante a 55ª Assembleia Pastoral Arquidiocesana, realizada em fevereiro passado, nós afirmamos e assumimos como “Visão de futuro” para a nossa vida pastoral arquidiocesana o processo de setorização das paróquias. Tal visão tem o seguinte enunciado: “A Arquidiocese de Natal buscará tornar-se referência em Setorização das Paróquias, de modo que estas se tornem cada vez mais missionárias, acolhedoras e solidárias, a serviço da vida plena”.
Dentro do Marco Referencial da Ação Pastoral Arquidiocesana, a Visão de futuro significa em que aspectos a Arquidiocese de Natal pretende se tornar referência ou excelência em sua ação pastoral. Assim, assumimos que, durante os próximos quatro anos, isto é, 2016 a 2019, a nossa Arquidiocese buscará investir, implantar e reforçar esse processo de setorização nas paróquias. Vale salientar que essa visão de futuro também é uma das Metas pastorais.
No processo de construção do diagnóstico pastoral, iniciado em julho de 2015, a partir das cinco urgências da ação evangelizadora, apresentadas pela CNBB no documento das Diretrizes gerais da ação evangelizadora da Igreja no Brasil, foram vistos alguns problemas-desafios dentro da 4ª urgência – Igreja, comunidade de comunidades – que mostravam desde falta de formação até insuficiente vivência de uma espiritualidade missionária paroquial, que dificultava a implantação do processo de setorização.
Nós assumimos como estratégias para a Meta 2 – “Setorização fortalecida em todas as paróquias, levando em consideração seus aspectos físicos e ‘existenciais’ (distintos tipos de pessoas e grupos sociais)”: 1. Investir no trabalho e na contribuição de todos os organismos arquidiocesanos e no acompanhamento sistemático às várias instâncias da Arquidiocese – Vicariatos, Zonais e Setores – de modo que tudo isso se reverta em efetivo fortalecimento do processo de setorização das Paróquias; 2. Implantar e formar permanentemente os Conselhos Pastorais: Paroquial e de cada uma de suas comunidades.
Ao assumir essa visão de futuro nós entramos em sintonia com o Documento de Aparecida, que por sua vez foi inspirado no Concílio Vaticano II, que lembra a missão de todos os batizados, leigos e ministros ordenados, e o reconhecimento de que somente uma Igreja que viva o espírito comunitário pode, de fato, ser uma autêntica igreja missionária. Oxalá, essa visão de futuro anime a todos os agentes de pastoral a se tornarem em suas comunidades discípulos missionários engajados e nossas paróquias sejam lugares de encontro pessoal com Jesus Cristo.

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